Dom Sergio e padre Edson participam da 83ª Assembleia dos Bispos do Estado de São Paulo

Assembleia dos Bispos é realizada entre quarta e quinta-feira

O Bispo Diocesano Dom Sergio Krzywy e o Coordenador Diocesano de Pastoral, padre Edson Barbosa, participam da da 83ª Assembleia dos Bispos do Estado de São Paulo. O encontro acontece hoje e amanhã, dia 10, com o tema “Sinodalidade, Comunhão e Missão”, que começou nesta quarta-feira (9) e vai até a quinta (10).

Junto a eles, outros 100 participantes, entre arcebispos e bispos do Estado de São Paulo, juntamente com os padres coordenadores diocesanos de pastoral, e leigos e assessores dos Organismos e de algumas Pastorais convidadas, iniciaram, pela manhã, a  Assembleia dos Bispos Regional Sul 1, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Após a oração inicial, conduzida pela Comissão Estadual da Pastoral Litúrgica, Dom Pedro Luiz Stringhini, presidente do Regional, e o secretário-geral, Dom Luiz Carlos Dias, apresentaram a dinâmica dos trabalhos da Assembleia e o relatório das atividades pastorais no último ano. O Presidente explicou que o encontro on-line, por conta da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), responde ao Regulamento da CNBB que prevê assembleias dos bispos nos 18 Regionais da Conferência Episcopal após a Assembleia Geral (AG). “Queremos repercutir nas arquidioceses e dioceses de nosso Estado tudo o que refletimos na AG, ocorrida em abril”, enfatizou.

CAMINHAR JUNTOS

Com o tema ‘Sinodalidade, Comunhão e Missão’, ocorreu no primeiro período da 83ª Assembleia, a conferência central do encontro. A assessoria foi do bispo diocesano de Santo André, Dom Pedro Carlos Cipollini, que ressaltou que o Evangelho anunciado pela Igreja é amor, “é chamado à participação na redenção de Cristo e no anúncio do Reino de Deus”, por isso, disse o bispo, “o princípio de comunhão de todo o povo de Deus é necessário para a ação evangelizadora”. O termo ‘sinodalidade’ significa ‘caminhar juntos’ e, no contexto eclesial, o espírito de serviço generoso e a consciência sinodal “é tarefa de todos os membros da Igreja, clero e fiéis, unidos”, disse Dom Pedro.

“A unidade não exige a igualdade das diferenças, mas a abertura para o trabalho plural”, completou Dom Pedro ao apresentar que o amor de Cristo, vínculo que une a todos, se traduz em comunhão, “o amor supõe comunhão”.

O assessor da primeira conferência também falou da importância do movimento eclesial de superar a centralização do clero e se instaurar a corresponsabilidade de todos os batizados para que o individualismo dê espaço à solidariedade: “ninguém vive sozinho, Deus quer nos salvar em comunidade. O que cria a mentalidade sinodal é a responsabilidade entre todos”, disse. A primeira parte do encontro foi concluída com uma reunião reservada dos bispos após a reflexão de Dom Pedro.

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