Confira aqui a programação de missas na Quarta-Feira de Cinzas em toda a Diocese

Dom Sergio em Santa Missa em 2021; ele preside celebração às 19h30 na Catedral

Na próxima quarta-feira (2/3) tem início a caminhada quaresmal para os fiéis com a Quarta-Feira de Cinzas. A data também marca a abertura da Campanha da Fraternidade 2022, a qual tem como tema “Fraternidade e Educação”.

Em toda a Diocese há missas em horários alternativos, que vão da manhã até a noite. O Bispo Diocesano Dom Sergio Krzywy preside a Santa Missa de Quarta-Feira de Cinzas na Catedral Diocesana Nossa Senhora Aparecida, às 19h30. Também haverá na comunidade mais uma missa, sendo pela manhã: 7h.

Em Araçatuba, outras paróquias terão missas pela manhã, entre elas as paróquias Bom Jesus da Lapa, às 7h, e Imaculado Coração de Maria, às 7h30; na Paróquia São Francisco e Santa Clara, ás 6h30.

Em Birigui, a Paróquia Imaculada Conceição também terá missa pela manhã, às 7h. Já a Paróquia São Benedito e São Cristóvão, às 6h. Em Guararapes, a Paróquia Imaculada Conceição terá uma missa de manhã: 7h. Na matriz guararapense, alias, no período quaresmal haverão missas as quartas-feiras, neste horário. Em Valparaíso, a Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora terá missa às 8h30.

No período da tarde, a tradicional missa da Capela São Domingos Sávio (Salesiano), será celebrada às 17h. E no período noturno, quase a totalidade das paróquias do território diocesano terão as suas missas.

SENTIDO

O Vigário-Geral da Diocese de Araçatuba, padre Charles Borg, explica que a Quaresma é um período de revisão a aprofundamento da conversão.” A Igreja define o tempo da Quaresma como oportuno e precioso. Em qualquer atividade da vida, operam-se revisões em vista de uma excelência maior de atuação e produção. Na vida espiritual, esta revisão também é considerada importante e imperiosa para quem deseja progredir em sua condição de discípulo de Jesus”, explica.

Conforme o pároco da Paróquia Santo Antônio de Pádua, a história quaresmal é praticamente contemporânea à história da Igreja. “Pode-se dizer que a história da origem e evolução do tempo quaresmal se confunde com a própria história da Igreja. Nos primeiros séculos da era cristã, a Quaresma – período de 40 dias que antecede a celebração da Páscoa – representava a derradeira etapa para os candidatos ao Batismo, e ao seu consequentemente ingresso na comunidade dos fiéis. Registra-se que esta preparação demorava três anos, e ao final do ciclo os candidatos – normalmente adultos e suas famílias – participavam da primeira parte da celebração da Eucaristia, ouviam as instruções e participavam de rituais preparatórios ao batismo. Mais tarde, a prática da Quaresma incluiu a participação daqueles fiéis que de forma pública e notória haviam oferecido á sociedade um contratestemunho da condição cristã. Esta prática penitencial, séculos mais tarde, acabou por identificar o tempo da Quaresma”,

E Borg completa: a quaresma ajuda expressivamente na renovação da vivência. “O tempo da Quaresma é considerado oportuno e precioso justamente porque serve, para cada fiel, como ocasião de revisão da sua condição de discípulo/seguidor de Jesus. Evidente, a importância e a seriedade com que se vive o tempo da Quaresma repousam na sinceridade do propósito de seguir os passos de Jesus. O tempo da Quaresma, quando visto como imposição por parte da Igreja, não ultrapassa a prática de alguns exercícios tradicionais, sem, contudo, nenhuma ressonância na conduta prática. Assumido com consciência, como exigência interior de quem pretende seguir com fidelidade os passos de Jesus, o tempo da Quaresma, com sua rica liturgia, ajuda sobremaneira a renovar vidas”, explica.

PENITÊNCIA

Sobre a penitência, o vigário reflete que cada um deve tomar o exercício de fé que colabora para melhor.

“A penitência quaresmal pode ser comparada a uma medicação que se toma. Quem determina a medicação é a enfermidade de que se padece. A partir do diagnóstico, o medico receita tal ou tal remédio. A mesma lógica aplica-se para a penitência da Quaresma. É preciso, primeiro, olhar com sinceridade em que pontos se está ficando aquém do ideal proposto pelo Senhor Jesus. Definido o programa de renovação, adotam-se aquelas renúncias/sacrifícios que mais ajudam para alcançar o objetivo desejado. O ideal é cada um adotar aquele exercício espiritual que mais bem colabora para atingir o objetivo desejado: ressuscitar com Cristo, como nova criatura”.

Padre Charles ainda conclui destacando a Campanha da Fraternidade. “Não há mensagem melhor que aquela expressa na liturgia quaresmal. A Igreja pede para que a penitência da Quaresma ajude a corrigir falhas, elevar sentimentos e fortalecer o espírito da fraternidade. Vale lembrar que no Brasil, a dimensão fraterna fica definida pelo tema da Campanha da Fraternidade. Este ano a Igreja convida os fiéis a olharem a educação sob o prisma da fraternidade, alimentado pelo lema: fala com sabedoria, ensina com amor”, conclui.

 

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